Africa Sessions – A expansão do terrorismo em África

Quando falamos de terrorismo pensamos imediatamente na Síria, Iraque ou no Afeganistão. Na realidade nos últimos três anos o terrorismo tem recuado nestes países. Ao invés tem-se transformado numa verdadeira praga no continente africano. O número de mortos, de deslocados internos e de refugiados, entre as populações civis, têm vindo a aumentar drasticamente, em virtudeContinuar lendo “Africa Sessions – A expansão do terrorismo em África”

Até onde um livro nos pode levar…

As histórias e as horas do conto, são sempre momentos de grande envolvimento, fascínio e admiração na turma do 2.ºB. Se, por uma lado, nos fazem pensar, refletir, imaginar, por outro também nos fazem criar. Ouvimos, lemos, partilhamos histórias com todos os objetivos possíveis e, às vezes, permitimo-nos apenas saborear o momento e o objetivoContinuar lendo “Até onde um livro nos pode levar…”

Um texto Genial – quando a ciência brilha — Raquel Varela

Este texto é genial, o melhor de toda a pandemia. Sofisticado, bem humorado. Não sou muito de usar o Genial, mas este é. Ele explica-nos porque os modelos matemáticos na base dos quais o Governo se apoiou (e escondeu) falharam com erros impressionantes – a conclusão, adianto é esta: porque a investigação científica foi automatizada. […]Continuar lendo “Um texto Genial – quando a ciência brilha — Raquel Varela”

Ivan Ilitch e as Teias para auto aprendizagem

Ivan Illich (Viena de Austria 1926 – 2002) filósofo e pedagogo é um critico instituições da cultura moderna. Escritor prolífero, é um feroz crítico da sociedade industrial, com vários trabalhos sobre educação, medicina, trabalho, energia, ecologia e género. No seu livro mais relevante sobre educação “Sociedade sem escolas” (1971) faz uma crítica radical do modernoContinuar lendo “Ivan Ilitch e as Teias para auto aprendizagem”

O Príncipe

Há menos de 2 mil pessoas internadas em 10 milhões. Há colapso do SNS em serviços como oncologia e psiquiatria, entre muitos outros, mas esse colapso é tratado como “listas de espera”, “reagendamento de cirurgias” – não há filas à porta em ambulâncias, nem números de mortos diários a abrir telejornais com doenças crónicas, oncológicas,Continuar lendo “O Príncipe”