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Poética da autonomia XV – Reinventar a Humanidade

Após da Crise Pandémica do Coronovirus, tenho vindo a chamar a atenção para que nada será como antes. Não será como antes porque termos que adotar novos padrões de Cultura. Novos hábitos de socialização, de encontros com o outro. Dizem-nos.

Haverá pois que nos reinventarmos-mos como humanidade. Olharmos com outros olhos para tudo o que está para alem de nós. Para os padrões de novas relações, que substituem os antigos. Que novos valore e que novas éticas vamos criar. Que novas narrativas vão surgir e mais do que tudo, que novas estéticas vão surgir para mostrar tudo o que está para além do nos matarmos uns aos outros (o exercício da violência), tudo o que está para além do poder (hegemonia) e tudo o que está para além do dinheiro (mercado).

Um exercício difícil que herdamos. Um mundo que emerge das guerras, de poderes que se criaram na violência com narrativas que continuam a valorizar o mercado.

Há que ser imaginativo e criativo para evitar a entropia, a exponencialidade dos gestos, a redundância os atos, sem experimentalismos e sobretudo para repensarmos a rutura na relação.

E necessário reinventar a humanidade!

Por Pedro Pereira Leite

Dinamizador do Museu Educação Global e Diversidade Cultural
Museu Afro Digital - Portugal.

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