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N’to N’re Tucpa

50 crónicas da Guiné. Nos Bijagos a saborear o vento doce do Atlântico. A travessia e feita de ferry boat. Concentração uma hora antes. Bilhete comprado para residente. Com o aproximar da hora de partida o movimento cresce.

Com um silvo rouco inicia se a matcha. Soltam as amarras e em.marcha a ré revolvem se as águas. Bissau distancia se nas aguas barrentrs. Con os abutres a acompanhar um.pequena parte, procurando um peixe mais incauto, a cidade vai ficando mais pequena, ate se diluir na paisagem verdejante.

Indolentemente o barco rasga as aguas, balançando com as ondas. No primeiro piso um bar com bebidas frescas. Na ponte as conversas animam se e vao passeando ao sabor dos assuntos. Ao longe paisagens verde de onde sobressaem os coqueiros. A meio da vigam passamos a ser escoltados por um par de golfinhos. Prateados, saltam sobre as ondas.

Rumamos para bibaque. A ilha das galinhas com os seus hoteis de luxos passa. O barco abranda a velocidade e prepara-se para amarar. Bubaque surge as suas tabankas. As peixeiras juntam se nas bancas a mostrar o peixe fresco. Os passageiros dos barcos dispersam se pelas ruelas.

Procuro um hotal. O saldemar. Limpo. Barato. Conforto que basta. Luz elétrica. Uma boa pizza.

Saldemar … N’to N’re Tucpa.

E vão 50 cronicas

Por Pedro Pereira Leite

Dinamizador do Museu Educação Global e Diversidade Cultural
Museu Afro Digital - Portugal.

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