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Mana Clea

Chegam de manhã cedo, naquele andar característico das gentes da Guiné. Balançando o corpo ao sabor da bris morna da manhã enovoada no Biombo. Falam alta e expressivamente. Em Kriol. O tom de voz é expressivo. Segue um padrão musical. Vou entendendo umas coisas aqui e outras acolá.

Falam das Tabankas. Dos ASC, um jovem escolhido pelo chefe tradicional, treinado para seguir a comunidade e assegurat uma ligacao ao centro de saude local. Boas intenções que aqui e ali vao funcionando porque à manas cleas e tios costa que acreditam que esse trabalho é importante.

Mesmo ao lado, a Universidade de Medecina cubana Jose Arguelles inicia os trabalhos de Semana. Cantam o hino da Guiné-Bissau e de Cuba. Velhos rescicios dos tempo heróicos da revolução. Cintinuam a fazer sentido.

Curiosamente os “comunitarios” alheiam se da encenação. Estao noutro filme.

Crónica da Guiné-Bissau #41

Por Pedro Pereira Leite

Dinamizador do Museu Educação Global e Diversidade Cultural
Museu Afro Digital - Portugal.

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