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Cacheu (Crónica da Guiné XV)

Viajo entre Canchungo e Cacheu num 7place. Na verdade iaam 15 passoas amontoadas em 3 filas de bancos mais as suas cargas. Os 7places partem da parge, a um km da bomba da galp, o unico sítio onde se toma café em Cachungo. Sigo a pé e procuro o ponto de partida.

Ensanduichado la partimos, numa viagem de cerca de uma hora, com o vento a bater na cara, parando aqui para largar pessoas, acolá para deixar carga, num processo de dessiminacao de cargas.

Chegado ao Cacheu, procuro o Mamorial. Breves conversas com Cambraima Cassama reponsavel pelo memorial. Falamos de uma rede de museus da Guiné, de formações e acabamos a comer uma corvina no restaurante da Gabriela, instalados em cima do pontão, embalados na suve brisa do rio Cacheu.

Tempos de conversa fluida. Modos de entender o local. Terminado o almoço la fui ver o forte. Um pequeno fortim, alcandroado sobre o rio. Dentro as estatuas coloniais. De fora o mangal e os pescadores mandingas.

Um domingo que valeu a pena ser vivido.

Por Pedro Pereira Leite

Dinamizador do Museu Educação Global e Diversidade Cultural
Museu Afro Digital - Portugal.

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