A escuta (Crónica da Guiné XIX)

Um dos exercícios mais interessantes de se fazer e olhar para o modo como as pessoas se escutam. Hoje, numa rara experiência, participei numa reunião de expatriados, como agora se nomeiam os cooperantes, e fiquei com a triste convicção de que ninguém escuta ninguém. Isso é, digamos assim vulgar em Portugal. Mss convenhamos. Numa terraContinuar lendo “A escuta (Crónica da Guiné XIX)”