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Nô Sta Djunto (Cronica da Guiné XVII)

Olhando as gentes nas ruas entende se o tempo vivido. O ocidente teima em tornar o africano, neste caso o guineo, numa réplica dos pivos do norte. Pivis que vivem sem tempo, alienados nas suas rotinas kafkianas.

Em Bissau, nas sextas feiras, a poesia sai ha rua. Jovens passeiam se as ruas. Entrelaçam se de amores ao som do tráfego. Os mais velhos, procuram um frango assado e levam para casa, saboreando o fresco da noite num pateo frondoso.

São modos de estar, que Cabral identificou com poesia nas suas formas de resistencia. Os guineos resistem e recriam se . Estão no penúltimo lugar dos mais pobres entre os mais pobres. Mas aqui estou convencido que a pobreza e da medição estatistica. Se a felicidade e o tempo fossem medidos, eram talbez mais ricos. Externalidadea diriam oa exonomistas.

Por Pedro Pereira Leite

Dinamizador do Museu Educação Global e Diversidade Cultural
Museu Afro Digital - Portugal.

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