Nô Sta Djunto (Cronica da Guiné XVII)

Olhando as gentes nas ruas entende se o tempo vivido. O ocidente teima em tornar o africano, neste caso o guineo, numa réplica dos pivos do norte. Pivis que vivem sem tempo, alienados nas suas rotinas kafkianas. Em Bissau, nas sextas feiras, a poesia sai ha rua. Jovens passeiam se as ruas. Entrelaçam se deContinuar lendo “Nô Sta Djunto (Cronica da Guiné XVII)”