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Tiná Silá mulher africana (Crónica da Guiné XXII)

Dia 30 de janeiro há tolerância de ponto para as mulheres guinenses. Foi neste dia que Tina Sila, combatente do PAIGC , que morreu em combate em 1973, quando atravessava o rio Farim, no norte da Guiné. A questão esta pouco reconhecida na sociedade. A tolerância de ponto e isso mesmo, uma tolerância, que é […]

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Drogas e desenvolvimento (Crónica da Guiné XXI)

Que as sociedades desencolvidas ganharam a batalha xontra a mortalofade atraves dos sistemas de saude e um dado xonhecido. Tembem o ė na relacao entre a reducao dad doenças infeciosas com o desenvolvimento do saneamento basico e da higiente. A descoberta dos antibióticos foi uma impprtante ferramenta contra endemias como as penumonias as tuberculosas. E […]

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Canchungo (Crónica da Guiné XX)

Ao longo do dia viajei par Canchungo pela 2 vez numa semana. O objetivo e dar apoio a distribuição de medicamentos na comunidade. A jnxustria farmacêutica encarrega se de fazer chegar genericos em frascos brancos, pililas de cor. Vermehas para desparasitação, azuis para suplemento vitamínico às crinacas com menos de 5 anos. O objetivo e […]

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A escuta (Crónica da Guiné XIX)

Um dos exercícios mais interessantes de se fazer e olhar para o modo como as pessoas se escutam. Hoje, numa rara experiência, participei numa reunião de expatriados, como agora se nomeiam os cooperantes, e fiquei com a triste convicção de que ninguém escuta ninguém. Isso é, digamos assim vulgar em Portugal. Mss convenhamos. Numa terra […]

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O Gerador (Crónica da Guiné XVIII)

Há por aqui um velho gerador. Jaz triste, empeirado, exposto às intempéries inclementes de África. Foi feito para trazer luz. Para dar energia a quem dela necessite. Jaz emudecido. Tem inscrito as organizações doadoras. Foi gasto dinheiro para o comprar, para o manter. Podia dar luz e e energia. Da dó vê-lo ali no canto, […]

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Kunsi Balun de si (Crónica da Guiné XVII)

“Tomar conhecimento de si” é o modo tacanho como traduzi uma frase que me foi dita hoje em Bissau por uma quitandeira. Não sei se e assim.que se chama as vendedoras de rua. Aqui, ao longo da rua Oswaldo Vieira, quando se desce em direção ao porto, ao sabado de manhã ha um mercado de […]

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Nô Sta Djunto (Cronica da Guiné XVII)

Olhando as gentes nas ruas entende se o tempo vivido. O ocidente teima em tornar o africano, neste caso o guineo, numa réplica dos pivos do norte. Pivis que vivem sem tempo, alienados nas suas rotinas kafkianas. Em Bissau, nas sextas feiras, a poesia sai ha rua. Jovens passeiam se as ruas. Entrelaçam se de […]

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Sintadu i ka djuntu ku djungutudu (Crónica da Guiné XVI)

De regressso a Bissau, dia 23 de janeiro, dia em que nos idos de 1963, o PAIGC inicia a Luta de Libertação Nacional, Portugal conhecida como Guerra Colonial. Nao e certo que seja feriado, mas ninguém trabalha. A Praça esta deserta enquanto ne mercado do Badim se mercandeja. Passo indolentemento pelo novo jardim do N’ […]

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Cabral (Crónica da Guiné XV)

O 20 de janeiro é feriado na Guiné-Bissau. Recorda se Amilcar Cabral (1924-1973) o fundador do PAIGC. Assassinado neste dia na Guiné Conackri, de onde dirigia a guerra de libertação. Neste país, por ele desejado, embora feriado, não existem grande lembrança no espaço público. Um fim de semana prolongado deixou a cidade vazia. Ou então […]

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Caldi di Djeben (Crónica da Guiné XIV)

Nas férteis terras do Cacheu, come se o Caldo de Djeben, um.caril com cebola e óleo de Palma. Come se com arroz branco e peixe fresco. Adentrando na regiao para por a mao na massa dos agentes comunitarios. Gente sinples. Dedicada ao outro. Rostos empenhados na tarefa. Dos melhores que encontramos. Gente que que ser […]