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HISTORIA E CONSCIÊNCIA

Da radicalidade de Hegel e Nietzsche à dialogicidade de Ricoeur.

Parte 1
João Carlos Reis

Em História Da “Consciência Histórica” Ocidental Contemporânea – Hegel, Nietzsche, Ricoeur, 2017

A relação entre história e filosofia é conturbada. Os historiadores nunca apreciaram a companhia dos filósofos, por creditarem à filosofia um caráter especulativo, abstrato. De fato, o historiador deve insistir na concretude dos fatos, nos anais e no caráter investigativo da historiografia. Entretanto, a distância absoluta deste com relação à filosofia é equivocada, porque os historiadores que ignoram os estudos filosóficos deixam de compreender sua própria atividade. E é exatamente isso que José Carlos Reis discute nesta obra. Para o autor, as diferenças entre as duas disciplinas são grandes, mas não há antagonismo entre elas, muito pelo contrário. Ele entende que sem qualquer consideração filosófica a história é simplória, da mesma forma que sem qualquer perspectiva histórica a filosofia perde sua consistência.Este livro pretende refletir sobre esse mal-entendido entre a filosofia e a história a partir de uma primorosa abordagem de obras de filósofos sobre a história, fundamental para historiadores contemporâneos compreenderem a importância dos estudos filosóficos em sua prática; afinal, suas pesquisas sempre foram realizadas de acordo com os quadros conceituais construídos por Hegel, Nietzsche e Ricoeur. “

Notas de leitura

Tese Hegel, antítese Nietzsche (antites) e Ricouer (superação). autores que estão no centros da hegemonia do pensamento histórico europeu. A unificação alemã feita a partir da afirmação do domínio alemão da Europa.

Modelo Francês, napoleónico . O modelo revolucionário (o modelo da consciência absoluta)

Modelo Alemão, nazi a conquista da Europa (o institno como superação)

Modelo Inglês – Da diversidade (dúvida) protestante. Procurar dar sentido à temporalidade

Superação pelos modelo de Marx (comunismo) e Liberalismo Político e Económico (Inglaterra e EUA)

Modelo Inglês – liberalismos político . A Europa como uma não maior entre o perdão e a justiça. Consciência (Reconhecimento e Perdão) para evitar o excesso de consciência.

O trabalho de memória como reconhecimento. Lutar (de fazer o luto) com a memória.

Por Pedro Pereira Leite

Dinamizador do Museu Educação Global e Diversidade Cultural
Museu Afro Digital - Portugal.

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