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A África e a Filosofia: múltiplas vertentes

Portal Factótum Cultural

É preciso lembrar que a homogeneidade cultural que se atribui à África é uma noção ilusória.

porAdriano Moraes Migliavacca

No artigoO rosto de Jano das luzes, publicado no Estado da Arte no mês passado, tivemos contato com autores de origem africana que deixaram obras que se somaram ao corpus literário-filosófico da civilização ocidental. Se tais obras nada tinham de propriamente africano, a seus autores não faltava identificação com seus povos de origem, os quais em geral defendiam na teoria, na arte ou na ação. A discussão nesse artigo – creio – deixou bem evidente o conhecimento, por parte da elite intelectual europeia do século das luzes, da plena capacidade dos africanos de produções intelectuais de altíssima sofisticação, capacidade essa que passou a ser negada, por meio da fantasmagoria racista, exatamente pelo perigo que representaria uma classe intelectual negra no Novo Mundo (as leis que proibiam negros de…

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Por Pedro Pereira Leite

Dinamizador do Museu Educação Global e Diversidade Cultural
Museu Afro Digital - Portugal.

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